Metafeminino – meta vem do grego e pode significar várias “posições” como antes, depois, além, mais alto, alterado, mudado, no meio de, à busca de. Todos os seus significados se encaixam na inspiração que tive ao criar o Metafeminino. Queria colocar no mundo um movimento que permitisse que o feminino ferido, escondido e envergonhado, que há em todas nós, se transmutasse e se expressasse em toda sua inteligência, leveza e liberdade. 

 

por que criei o metafeminino

Acredito que conhecer o próprio corpo e respeitar os ritmos e ciclos internos é essencial para alcançar o nosso poder de autorrealização. Conhecer nossos limites e nossas forças, saber quando podemos e quando não podemos fazer algumas coisas traz um nível de autoconhecimento libertador pro nosso dia a dia.

Entender e aceitar que sou cíclica e não-linear é um grande presente que dou para o meu feminino todos os meses. A cada ciclo e a cada crise feminina eu alcanço camadas mais profundas de leveza para lidar com minhas dores. Também comecei a me sentir mais livre para ser eu mesma e, consequentemente, ocupar mais espaços em minha própria vida com mais equilíbrio (sim, eu posso ser mulher, mãe, esposa, filha, empreendedora e talvez os outros papéis que eu venha ocupar). E por último, eu me encontrei com as minhas inteligências hormonal e intuitiva que me ajudam a encurtar tantos caminhos.

Entregar essa percepção do feminino para o mundo se tornou a minha missão, pois eu colho muitos frutos desde que aprendi a observar o meu corpo, a minha mente, as minha sensações e as minhas emoções de forma integrada. É como se eu tivesse uma bússola interna que me guia o tempo todo, então entendi que essa experiência deveria ser compartilhada com outras mulheres.


como eu ofereço essa experiência

Ofereço atendimentos individuais, presenciais e online, workshops presenciais e palestras, levando clareza e conforto emocional para questões sobre padrões, conexões e manifestações do feminino que podem estar obscuras.

 

quem sou eu

Sou mãe da Clarissa e esposa do Olivier. Costumo cuidar muito das pessoas ao meu redor e muitas vezes esqueço de olhar pra mim mesma. Busco novos conhecimentos incansavelmente e acredito que todo mundo pode buscar suas próprias verdades, seus próprios métodos e sua independência intelectual.

 

Desde muito novinha sou fascinada pelo mundo do trabalho e sempre tive tendência a mergulhar em conversas profundas. Seguindo essas paixões, me formei em filosofia, fiz mestrado em RH, sou practionner em PNL, coach e psicoaromaterapeuta.

 

Importante: eu escolhi escrever todos os meus textos no gênero feminino. Isso não é rebeldia, deixa eu me explicar. Desde o meu mestrado em gestão de recursos humanos, percebi o quanto era importante termos ações conscientes que sustentem a equidade de gênero que ainda não é natural em nossa linguagem, cultura, sociedade, muito menos no mundo do trabalho, que é o meu foco principal. Eu sou muito adepta a pequenas mudanças de hábitos que manifestem aquilo que acredito. Como a maior parte do meu conteúdo é direcionado para mulheres, eu acho que faz muito sentido escrever no gênero feminino.

Se você quer saber porque não optei por usar x ou @ nos textos, leia esse artigo aqui que foi minha inspiração para tomar essa decisão.

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